
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Reforma da sala de plástica

quinta-feira, 11 de setembro de 2008
oi futuro

quarta-feira, 10 de setembro de 2008
sábado, 6 de setembro de 2008
1° Bienal Internacional de grafite
Levando em consideração essas e outras facetas da arte urbana, a I Bienal Internacional de Grafite pretende, além de mostrar para o público o que tem sido produzido no grafite mundial em todas as suas vertentes, abrir espaço para a discussão do uso do espaço urbano pela arte, questionar o valor do grafite como arte contemporânea, a questão autoral e de coletividade, entre tantos outros temas latentes no âmbito artístico e social da atualidade. "A I Bienal Internacional de Grafite será uma vitrine para que os grafiteiros possam se mostrar e a sociedade olhar para o grafite de forma diferente. Na rua os grafiteiros divulgam com a forma do muralismo da arte, que difere de todas as outras formas de arte pictórica por estar profundamente vinculada à arquitetura, podendo explorar o caráter plano de uma parede ou criar o efeito de uma nova área de espaço", declara Rui Santana.
O grafite já faz parte do nosso cotidiano e do cenário dos grandes centros urbanos. Depois de pronto, é vivido dia após dia pela cidade, ganhando forma e novos significados de acordo com as transformações físicas e sociais do ambiente. É, sem dúvida, a manifestação que melhor explora as incríveis possibilidades comunicativas contextualizadas no cenário urbano contemporâneo.
Visita ao MAP


O Museu de Arte da Pampulha (MAP), antigo Cassino da Pampulha. É um dos prédios construidos por Oscar Niemeyer, a pedido do então prefeito Juscelino Kubitscheck, no início da década de quarenta. O prédio faz parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que se complementa com a igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile da Pampulha e o Iate Clube. Foi o primeiro prédio do conjunto a ser construído.
Na aula de plástica fizemos uma visita ao MAP, andamos pelo museu e observamos detalhes do edifício, suas características são: alternância de volumes planos e curvos, jogos de luz e sombra.
Niemeyer acertou bem quanto à disposição dos espaços, assim como os materiais usados.

A parede espelhada no fundo é um detalhe a parte, o qual reflete a luz e focaliza imagens do interior do edifício.
As superfícies envidraçadas e as finas colunas que sustentam a marquise são outros elementos que dão leveza ao conjunto.SEU SAMI... Hilal Sami Hilal...
A obra de Hilal caracteriza-se pela leveza das formas, utilizando: papel-o qula é feito pelo próprio artista a partir de trapos de tecidos - e também o metal. Os nomes da família e dos amigos compõem a estrutura de alguns trabalhos, como o dos livros, de cobre e papel, os quais são construídos a partir de placas com nomes, empilhadas como páginas, todas iguais.
A Sala do Amor (rendilhados florais) e Sala da Dor (ornamentos de linhas tortuosas que lembram arame farpado), e entre os dois momentos, uma zona de escuridão, o ambiente trabalha bem o jogo de iluminação, o qual intensifica a idéia do artista. Nos extremos dessa sala, há dois espelhos, que reproduzem varias vezes imagens do ambiente, criando uma profundidade infinita.
A mostra se completa com um labirinto formado por livros que se emendam uns aos outros, através das capas e paginas (ver fig.), o qual também é explorado a iluminação que vai dando a sensação de movimento de acordo que se anda através deles.







